Imortalizada após a erupção do vulcão Vesúvio, em 79 d.C., Pompeia também deixou suas marcas através de pequenos aspectos da vida de seus cidadãos àquela época. Além dos corpos petrificados e de toda a estrutura arquitetônica da cidade, também ficou intacta uma gama de objetos.
Murais, esculturas em bronze, paredes em mármore, joias, móveis e alimentos foram encontrados durante as escavações que ocorreram no século XIX, contando um pouco mais sobre os costumes e a vida daquela época.
Localizada na Baía de Nápoles, na Itália, Pompeia foi construída aos pés do monte Vesúvio e abrigava cerca de 20 mil pessoas. Na madrugada do dia 24 de agosto de 79 d.C., Pompeia e as cidades vizinhas — Herculano e Estábias — mal tiveram tempo de agir, quando foram engolidas por uma grande quantidade de fumaça e cinzas de temperaturas elevadas.
Aquela erupção foi a mais violenta já registrada na história de erupções do monte Vesúvio, não deixando muitas chances de escapatória aos cidadãos. Cerca de dezessete séculos depois, a lendária cidade finalmente foi redescoberta abaixo de uma grande quantidade de rochas vulcânicas, desencadeando uma nova onda de entusiasmo pelo estudo dos costumes na Antiguidade.
O pão que vou ensinar para vocês hoje, foi encontrado em um forno em Pompeia, é um retrato daqueles costumes, mostra o tipo de pão que era consumido e a importância que tal alimento possuía na alimentação dos cidadãos, presente na maioria das refeições.