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Challah Black Tie

Autor
9 de abril de 2018
Challha ou Chalá (pronúncia rálá) é uma trança, pão judaico. Segue receita para rendimento de três tranças/roscas, com decoração.

Challah Black Tie

Ingredientes

  • Farinhas de Trigo 950g (100%)
  • Água 285g (30%)
  • Ovos 162g (17%)
  • Gemas 114g (12%)
  • Mel 38g (4%)
  • Fermento Biológico Seco 10g (10%)
  • Sal 21g (2,2%)
  • Açúcar 67g (7%)
  • Óleo 109g (11,5%)
  • Egg wash (ovos batidos) QB
  • Gergelim QB

Modo de preparo

  • Na masseira, misture a farinha, água, ovos e gemas, mel e fermento (não coloque ainda o açúcar).
  • Incorpore e adicione o sal.
  • Misture por 5 minutos e adicione o açúcar; bata por 8’.
  • Adicione o o óleo aos poucos até incorporar.
  • Bata até o ponto de véu.
  • Tire a massa e deixe fermentar 45 minutos num recipiente coberto.
  • Tire o gás da massa e deixe novamente descansar 45 minutos.
  • Divida a massa (para cada challah faça 5 massas de 100g + 3 de 25g para decoração); boleie.
  • Deixe descansar 15 minutos.
  • Faça os rolos e deixe sob plástico para não secar enquanto trabalha.
  • Faça as roscas, pincele o eggwash nas tranças. Passe a trança de decoração no gergelim preto e salpique gergelim branco na rosca grande.
  • Coloque no silpat (ou papel manteiga) e deixe fermentar por 1 a 2 horas, até dobrar de tamanho.
  • Leve ao forno a 170C por 10’ e depois a 160C até ficar dourado.
Sobre o autor:
Claudia Rezende
A história de Cláudia Rezende, fundadora da Zestzing Padaria Artesanal, é uma jornada de reinvenção e propósito. Após décadas no mercado de comunicação, ela descobriu na panificação artesanal uma nova vocação aos 55 anos. O aprendizado técnico em escolas renomadas e a pesquisa sobre fermentação natural transformaram o pão em uma expressão de ciência, método e identidade. Do forno doméstico ao negócio próprio, Cláudia construiu a Zestzing em São Paulo com o conceito de transparência na produção — fornos à vista, ambiente acolhedor e valorização da experiência sensorial. Seu estilo une rigor técnico à adaptação ao paladar brasileiro, resultando em pães de fermentação natural premiados e filas constantes. A trajetória também reflete o boom da panificação artesanal no Brasil, que vem redefinindo o gosto e as expectativas dos consumidores. Cláudia defende estudo, técnica e planejamento como fundamentos para quem quer empreender, reforçando que autenticidade e conhecimento são o verdadeiro diferencial. Hoje, a Zestzing é referência de qualidade e propósito na nova geração de padarias paulistanas.
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