CONFEITARIA
DOCE
LYON
BRASIL
FRANÇA
CHEF FERNANDO DE OLIVEIRA
PRESS

Seleção Brasileira de confeitaria disputa o Mundial em Lyon

20 JANEIRO,2017

 

Começa amanhã a 15ª edição da Coupe do Monde de la Pâtisserie em Lyon, na França. Por ordem de sorteio, a equipe brasileira fará a sua apresentação no primeiro dia da competição, dia 21.

 

A equipe brasileira é composta por três chefs competidores e o coach, Fernando de Oliveira de Vinhedo/SP, Abner Ivan de Limeira/SP e Marcone Calazans de São Paulo/SP e o Coach Ramiro Bertassin São Paulo/SP.

 

Conforme regulamento da Copa a equipe deverá entregar três peças esculpidas, uma em chocolate desenvolvida pelo chef Abner Ivan, uma peça feita no bloco de gelo cristalino executada pelo chef Fernando de Oliveira e uma escultura em açúcar desenvolvida pelo chef Marcone Calazans.

 

O tema escolhido para defender na Copa pela equipe brasileira foi Piratas do Caribe, o motivo da escolha são as possibilidades oferecidas pelo tema e pelos ricos elementos que compõe as histórias dos filmes. O personagem Jack Sparrow terá o seu rosto esculpido na escultura de chocolate, Davi Jhones será o personagem principal na escultura de gelo e a batalha dentro do mar com a lula gigante será representada na peça de açúcar.

 

Em apenas um único dia de competição que compreende 10 horas ao todo de trabalho com exceção da peça de gelo que deverá ser entregue em três horas de competição, a equipe também precisará entregar três tortas de sorvete, três tortas de chocolate e 15 sobremesas. As tortas de chocolate terão o formato de boia salva vidas, a torta de sorvete terá o formato da bússola do Jack Sparrow que não aponta para o Norte e leva onde o personagem do filme deseja chegar e as sobremesas serão no formato de barris de rum bebida predileta dos piratas. Todas as formas foram desenvolvidas especialmente para o Mundial e em conjunto com empresas parceiras do setor.

 

O Mundial que acontece a cada dois anos e movimenta 24 países na edição atual é o sonho de qualquer profissional do setor. A equipe brasileira treinou apenas duas vezes, obteve ajuda de empresas do setor e precisou fazer vaquinhas na internet para angariar fundos para conseguir adquirir ferramentas incomuns ao dia a dia dos profissionais, sem contar o investimento do próprio bolso para que pudessem participar desta edição da Coupe du Mundo de la Pâtisserie.

 

 



< ANTERIOR
VOCÊ VAI GOSTAR
PRÓXIMA >