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Conheça as 20 melhores padarias de São Paulo

01 FEVEREIRO,2017

 

A edição especial VEJA COMER & BEBER São Paulo reuniu 200 endereços de comidinhas. Abaixo, a seleção das padarias.

 

Basilicata: tão pequena quanto antiga, a casa aberta 102 anos atrás pelo imigrante Felipe Ponzio não perde o vigor. Dia após dia, sua vitrine é abastecida de ótimos pães italianos, no formato redondo (R$ 12,00, com 800 gramas) ou em filão (R$ 7,50, 400 gramas). Mas não é só. Há doces como sfogliatella, cannolo e pastiera di grano, além de antepastos, frios e vinhos. O panetone, leve e perfumado, é produzido o ano inteiro (R$ 15,90; 500 gramas).

 

Beth Bakery: dá para sentir de longe o perfume vindo das fornadas de pães, bolos e cookies feitos pela engenheira Beth Viveiros, que deixou a carreira no mundo corporativo no fim de 2013 para se dedicar ao novo ramo. De lá para cá, ela pôs em funcionamento um e-commerce com seus produtos, fez um curso de panificação e abriu este misto de loja e fábrica. A clientela vai atrás de delícias como o pão de cebola caramelada (R$ 16,00) e a baguete (R$ 5,00), além do bolo cremoso de fubá (R$ 12,00). Nos sábados, ela e o marido, Tiago Brandão, fazem saborosos sanduíches de carne bovina desfiada ao molho barbecue (R$ 15,00).

 

Dona Deôla: as lojas desta tradicional rede de padarias nascida no bairro da Pompeia são destino certo de quem gosta de variedade. No extenso cardápio cabem salgados, sanduíches, pizzas e pratos rápidos. Quem vai mesmo pelo pãozinho encontra francês (R$ 14,90 o quilo), ciabatta (R$ 30,90) e caseirinho (R$ 30,90), entre outros sessenta tipos. Parte deles compõe o concorrido bufê de café da manhã, que inclui até salsicha cozida e rabanada. Sempre nos sábados e domingos, o serviço geralmente não é encerrado antes das 14h e custa R$ 32,50 por pessoa.

 

Galeria dos Pães: agrada mais pela conveniência, já que fica aberta 24 horas, do que pela qualidade dos quitutes e pelo atendimento um tanto atrapalhado. Depois de conseguir arrumar um lugar no abarrotado salão pela manhã, peça um pão na chapa com requeijão (R$ 4,40) e suco de laranja (R$ 7,80). Alguns sanduíches são batizados com o nome de mestres pintores famosos. O matisse (R$ 16,80), por exemplo, junta queijo provolone, molho de azeitona, tomate e alface. Pelos balcões e prateleiras encontram-se opções como o pão sete grãos (R$ 2,70) e o bagel (R$ 2,50). No andar superior da loja, faz sucesso o bufê de café da manhã (R$ 25,80 por pessoa; R$ 37,80 nos fins de semana).

 

Grão Fino: é difícil acreditar que os vistosos pães do balcão não trazem glúten nem lácteos na composição. Na casa aberta por Luiz Ferretti, sócio da lanchonete Madureira Sucos e do bar Vaca Véia, é assim. A ciabatta (R$ 27,00 o quilo), por exemplo, é feita de farinhas de arroz e de grão-de-bico mais polvilho doce, e o pão rústico com figo, nozes e chia (R$ 45,00 o quilo) leva trigo-sarraceno. Além dos bons itens para botar na sacola, dá para se sentar ali, pedir um cafezinho (R$ 4,80) e, como acompanhamento, um brigadeiro de colher com chocolate 70% e leite condensado de amêndoa (R$ 9,00).

 

Julice Boulangère: depois de reformar a matriz, em Pinheiros, Julice Vaz aportou com uma loja bonitona no Shopping Villa-Lobos. O rol de opções do novo endereço não se limita aos ótimos pães de produção artesanal que reluzem no balcão, como o de campanha (R$ 8,15), o de calabresa com nozes e vinho tinto (R$ 12,70) e a baguete (R$ 9,20). Dá para tomar café da manhã (ovos mexidos a R$ 12,50 e suco de laranja por R$ 8,40) ou apenas fazer um lanche (croque monsieur a R$ 33,20). Há também sugestões de um menu completo por R$ 43,10. Entre os pratos que mudam sempre está o úmido arroz com lombo suíno.

 

Le Pain Quotidien: são quatro os endereços da rede belga na cidade. Em todos, os balcões acomodam pães robustos, feitos de farinha orgânica. Mas quem não quer, por exemplo, levar para casa uma unidade inteira da versão de centeio (R$ 27,90) pode pedir metade (R$ 14,20) ou um quarto (R$ 7,10). Outra possibilidade é a baguete (R$ 9,70), igualmente boa. Para se sentar e tomar um lanche, as escolhas são muitas, e vão desde sugestões típicas de café da manhã como ovos mexidos com presunto e queijo (R$ 21,50) até uma tartine de salmão defumado, abacate, cebolinha e dill (R$ 38,90).

 

Le Vin Boulangerie: o nome não deixa dúvida: trata-se de uma padaria à moda francesa, seja no (minúsculo) ambiente, seja nos itens que repousam na vitrine. Tem baguete (R$ 3,90), brioche (R$ 5,40) e excelentes folhados, como croissant (R$ 9,00) e pain au chocolat (R$ 7,00). Os doces, à exceção dos macarons, não agradam na mesma proporção. Como não há lugar para se sentar ou tomar um cafezinho, quem quer consumir os itens na hora pode se acomodar nas pâtisseries da marca, uma delas logo em frente (Alameda Tietê, 184) e outra no Itaim (Rua Pais de Araújo, 137).

 

Lilóri Pães e Doces: glúten e lactose não têm vez no preparo dos itens à venda nesta padaria de pegada natureba, que faz a alegria também de quem não tem restrições alimentares. Mandioquinha e azeite são usados para fazer um pãozinho macio, que lembra o de queijo (R$ 3,80). A tapioca de frango orgânico e queijo de leite de castanhas chega com massa fininha, incrementada por chia, e recheio bem temperado (R$ 19,30). Na vitrine dos doces atrai o olhar a linha de brigadeiros. Vale experimentar o nutri (R$ 4,20), feito com leite de amêndoas condensado (R$ 5,20). Para levar, peça o pão de batata-doce sem açúcar (R$ 48,00 o quilo).

 

Marie-Madeleine Boutique Gourmet: após ficar fechada por três meses, a matriz, na Vila Nova Conceição, voltou à ativa em março. Nas mesinhas internas ou na varanda rente à calçada, dá para pedir combinados para começar bem o dia. O petit déjeuner (R$ 23,50) reúne baguete, três pães de queijo e um bostok, tudo em tamanho míni, mais manteiga, fatia de mamão e uma xícara de expresso ou café com leite. Para levar, têm sotaque francês o croissant (R$ 7,50), a baguette (R$ 9,50) e o pain sur levain (R$ 11,00), de miolo macio e casca firme. No Shopping Iguatemi, a linha de produtos é reduzida.

 

Miolo Padaria Orgânica: subir a Serra da Cantareira para tomar um café da manhã neste lugar é um programa e tanto mesmo para quem mora em outro canto da cidade. Nos fins de semana, os primeiros clientes formam fila antes mesmo de o dono, o padeiro Marcos Carnero, abrir as portas. Nas mesinhas espalhadas pelo rústico quintal, ele serve seus pães macios, feitos com farinha orgânica e fermento natural. O dia pode começar com a focaccia com mexido de ovo caipira (R$ 25,00) ou um cesto de pães (R$ 13,00) entregue ao lado de manteiga e goiabada cremosa. Para beber, tem pingado (R$ 6,00) e café coado (5,00). Dica: antes de se acomodar, vá ao balcão para reservar o que pretende levar, pois os pães costumam acabar rápido. É excelente pedida o de banana com uva-passa (R$ 21,00), que mais parece um bolo.

 

Mr.Baker: é um lugar que une o melhor de dois mundos: as receitas de fermentação natural das padarias artesanais com os clássicos de padoca. Assim, dá para pedir um trivial pão francês na chapa com manteiga (R$ 6,00) ou requeijão (R$ 9,50), e mesmo um misto quente (R$ 13,50), que aqui ganha o nome de samba. Menos óbvias, as tartines são montadas em fatias levemente torradas de pão de campanha em versões como a que leva salmão, queijo cottage, azeite e dill (R$ 18,00). Se a ideia é levar, fique com a baguete (R$ 30,70 quilo) ou com o pão de nozes e passas (R$ 65,00 o quilo).

 

Padaria da Esquina: esqueça ciabatta, baguete, brioche ou mesmo um trivial francês. Não há nada de padaria de esquina na Padaria da Esquina de Vítor Sobral. O nome vem da “mania” do chef alentejano de pensar em suas casas como se estivessem no encontro de duas ruas, por mais que elas fiquem no meio do quarteirão. Foi assim com a Tasca da Esquina, seu primeiro negócio por aqui, e é agora com este empreendimento, aberto em julho. Além de Edrey Momo, o sócio de sempre, Sobral recrutou para a empreitada os padeiros Luiz Paulo de Vasconcelos Filho e Laura Roldan. São esses dois os responsáveis pelas receitas típicas da terrinha, de fermentação longa e aroma irresistível. Bons exemplos, o mafra (R$ 36,50 o quilo) é feito com uma combinação de farinhas de trigo e de centeio e o alentejano (R$ 45,00 o quilo) tem acidez pronunciada. Com tantas novidades, uma visita não basta. E acredite: você vai querer voltar.

 

Padaria do Mosteiro de São Bento: tocada pelos monges da abadia beneditina, a produção de pães e doces abastece a lojinha junto ao portal da igreja e o bonito espaço no Jardim Paulista, que agora também serve café. Entre as receitas de destaque, está o bolo dom bernardo com café, chocolate, canela, gengibre, pêssego, conhaque e nozes. Outra sugestão, chamada de bolo dos monges, leva vinho, damasco e ameixa seca. Ambos pesam pouco mais de 1 quilo e custam R$ 70,00. Também faz jus à boa fama o pão de mel (R$ 8,00), com recheio de damasco e delicada cobertura de chocolate. Agora, de pão propriamente dito, há o são bento, de mandioquinha (R$ 20,00).

 

Padoca do Maní: passados quase dois anos da inauguração, a padaria que a chef Helena Rizzo abriu no comecinho de 2015 continua muvucada. São dois os motivos: primeiro, o salão de pegada rústica é bem pequeno, com pouquíssimos lugares na varanda; segundo, os pães da padeira Papoula Ribeiro estão entre os melhores da cidade. Há receitas robustas, como a baguette (R$ 6,00, 300 gramas), o rústico natural (R$ 14,00) e o de passas e alecrim (R$ 16,00). Quem dá sorte de conseguir uma mesa escolhe de um bolinho a itens para um café da manhã.

 

Pão: farinha de trigo orgânica, sal do Himalaia e fermento natural. Claro que a boa matéria-prima ajuda, mas o que o padeiro Rafael Rosa faz com ela é o que realmente importa. Nos cinco endereços da marca, cujo nome é uma sigla para Padaria Artesanal Orgânica, há delícias como o pão de figo e nozes (R$ 19,40), o de amêndoa e damasco (R$ 18,80) e o de grãos (R$ 18,50). Nos fins de semana, tanto a unidade da Vila Nova Conceição (Rua Domingos Leme, 284, 4563-2116) como a da Vila Madalena (Rua Mourato Coelho, 1039, 3791-5532) servem um farto brunch (R$ 46,80 por pessoa).

 

Santo Pão: instalada em um salão com pé-direto alto e bem decorado, daqueles que convidam a beber um expresso (R$ 6,00) ou um cappuccino (R$ 8,50) sem pressa, prepara opções para uma boa refeição a qualquer hora do dia. Pela manhã, pode-se escolher desde um pão francês na chapa (R$ 6,00) ou uma tapioca simples, fininha e sem recheio (R$ 8,00), até a reforçada porção com dois ovos fritos, bacon artesanal em fatias e torradas de baguete (R$ 17,00). Outra boa pedida por ali é o croissant simples (R$ 9,00), de massa leve e casquinha dourada, ou, ainda, a sua versão bem recheada com Nutella (R$ 12,00). Quiches, saladas e bons sanduíches cumprem a função no almoço ou jantar.

 

São Domingos: são os descendentes do calabrês Domenico Albanese, fundador do endereço, que estão à frente do negócio centenário. Seu diminuto salão é apinhado de produtos, à moda das antigas mercearias, como massas, antepastos, vinhos e embutidos artesanais (linguiça meia-cura, R$ 45,00). Mas é atrás do balcão que repousa a estrela: o pão italiano (R$ 7,00 o filão), um dos melhores da cidade. De produção própria, há também doces como torta de ricota (R$ 50,00 o quilo) e, claro, cannolo com recheio de creme (R$ 7,00).

 

Shimura Pães e Doces: a pequena loja no Shopping Pátio Paulista está fechada para reforma e deve reabrir na primeira quinzena de novembro com o dobro da capacidade. Enquanto isso, é possível fazer compras num quiosque do Piso Gomes Cardim. O padeiro do ano Rogério Shimura (página 50) também continua vendendo seus pães na unidade do Shopping Cidade São Paulo, inaugurada em junho. Ali, as duas mesas coletivas são disputadas pelo público que aparece para provar o sanduíche de presunto cru, parmesão, rúcula e molho de ervas (R$ 23,00). Entre seus ótimos pães de fermentação natural, há uma baguete clássica (R$ 6,00) e sua versão de azeitonas (R$ 8,00), com casca crocante, além de um saboroso pão de figo (R$ 8,00).

 

Wheat Organics Bio Padaria: o agradável ponto de esquina se dedica a preparar produtos com ingredientes orgânicos e de pegada mais leve. Diretamente no balcão dá para escolher entre a macia baguete (R$ 24,50 o quilo), a ciabatta mais rústica (R$ 24,50 o quilo) e o pão de fôrma sem glúten (R$ 16,40). Quem se senta a uma das doze mesinhas recebe um cardápio com sugestões para um café ou lanche caprichado. Há sandubas, entre eles o misto de peito de peru e queijo branco (R$ 29,60), e também sugestões como iogurte com granola (R$ 13,90). Para beber, saem smoothies cremosinhos, como o de manga, maracujá, abacaxi e maçã (R$ 17,00, 500 mililitros).

 

Fonte: Veja São Paulo



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