Claudia Rezende

Quem te inspirou?

São muitos os chefs que me inspiraram, e inspiram, mas Laurent Suaudeau foi o primeiro na gastronomia e na panificação Didier Rosada (padeiro, consultor e professor na San Francisco Baking Institute) e Chad Robertson (dono da Tartine).

 

Quando decidiu?

Quando era criança adorava as aulas de culinária na escola, tanto que aos 13 anos pedi de Natal uma batedeira para meus pais. Isso foi em 1970.

 

Como aprendeu?

Foi somente aos 30 anos que comecei a fazer cursos de gastronomia com vários chefs. Até então colecionava receitas e as cozinhava. Mas minha primeira aula foi com o chef Laurent Suaudeau, quando ele dava aulas em seu restaurante nos Jardins/SP em 1992.  Após trabalhar 10 anos como atriz e depois como executiva de comunicação por 20 anos, em 2013, decidi fazer o curso de Cozinheiro Chef Internacional do Senac e lá me apaixonei pela panificação e confeitaria. Fiz então um curso na Escola Levain de Mestre Padeiro, mas aprendi mesmo na França (École Lenôtre) e na Califórnia (San Francisco Baking Institute), além de estudar muito através de livros e internet.

 

Como define a sua cozinha?

Cozinha artesanal, pois sempre estou em busca dos sabores perdidos com a industrialização dos alimentos.

 

Quem é você fora da cozinha?

Adoro estar com a família, viajar, ler, pintar, estudar e comer bem.

 

Sabor da Infância?

Arroz e feijão.

 

É um sucesso por quê?

Não posso dizer que sou um sucesso, mas estudo muito, ralo muito, sempre em busca da perfeição. E, acima de tudo, não desisto nunca.

 

Um prato?

Pão quente com manteiga e ovo, com a gema bem mole.

 

Comer ou preparar?

Os dois. Cozinhar porque é prazer proporcionar bons momentos para as pessoas, e comer, pois também aprendo comendo.

 

O que comeu e não esqueceu?

Gosto de novidades e de experimentar novos chefs, novos tipos de cozinha e nessa jornada sempre encontro sabores inesquecíveis.





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