Fernando de Oliveira

Quem te inspirou?

Benjamin Abrahão

 

 

Quando você decidiu?

Quando trabalhei em uma produção de uma padaria com 13 anos de idade, após alguns anos e com muito estudo comecei a gostar da profissão.

 

 

Como aprendeu?

Na vivência do dia a dia na produção da padaria onde trabalhava, mais tarde fiz vários cursos na área de panificação e confeitaria.

 

 

Como você define a sua cozinha?

Sigo uma linha clássica, porém gosto muito de utilizar a minha identidade nas criações.

Gosto muito de pesquisar os ingredientes naturais brasileiros e utilizo muito destes sabores em minhas receitas.

 

 

Quem você é fora da cozinha?

Sou casado, moro em vinhedo, sou pai da Alice. Procuro sempre trabalhar perto delas.

Valorizo muito as amizades verdadeiras.

 

 

Sabor da infância?

Pão caseiro que minha mãe preparava. Quando criança eu e meus irmãos acompanhavam todo o processo da preparação do pão pela minha mãe. O pão era feito de forma artesanal, no processo de crescimento a mãe utilizava um cobertor para acelerar o crescimento da massa. O fato de compartilhar o pão quentinho saindo do forno com os meus irmãos que ali aguardavam tornava o momento ainda mais especial.

 

 

É um sucesso por quê?

Acho que o sucesso de cada profissional esta relacionado ao quanto você se dedica a profissão e estuda a cada dia para produzir cada vez mais com qualidade. 

 

 

Um prato?

Lasanha com molho bolonhesa.

 

 

Comer ou preparar?

Preparar. Gosto da alquimia que o ato cozinhar o proporciona, preparar a receita, escolher e pesar os ingredientes, ver os ingredientes homogeneizar, sentir os aromas, levar para assar e sentir o cheiro que exala do forno em quanto assa. Pensar no toque final, na harmonização, e então, sim degustar com as pessoas que estão a sua volta.

                                                                                                                         

 

O que comeu e não esqueceu?

O croissant francês. Tem um sabor inigualável, aqui no Brasil infelizmente são raras as vezes que encontro o produto ou que pôde reproduzi-lo. Um dos motivos da suposta escassez é o custo alto da matéria prima para fazer o croissant, isso quando as encontramos, pois não estão tão disponíveis ainda.

 





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