Lúcio Almeida

Quem te inspirou? 

Simplicidade e o querer em difundir pães de verdade no mundo inteiro do Michel Suas.

 

 

Quando decidiu? 

Acho que não tenho um marco de "quando virei padeiro". A profissão me acolheu quando entrei no curso de gastronomia e deixei levar.

 

 

Como aprendeu? 

Após algumas experiências trabalhando em restaurantes e padaria em São Paulo percebi quão defeituoso eram os nossos pães. Decidi investir dinheiro e tempo em um curso aprofundado no SFBI, local em que pude aprender e praticar muito.

 

 

Como define a sua cozinha? 

Cozinha que valoriza produtos locais, extremamente técnica e conceitual.

 

 

Quem é você fora da cozinha? 

Sou um cara novo, 25 anos, que gosta de cozinhar no sitio do meu tio para os amigos e família, todos os finais de semana, para que eu consiga unir o que eu sei fazer com quem eu amo.

 

 

Sabor da Infância? 

O que mais lembro da infância (lá pelos 10 anos) relacionado à comida é de pegar um pacote de 1kg de trigo, misturar com água sem medida alguma, fazer bolinhas pequenas, colocar no anzol, pescar peixes pequenos, limpá-los, empaná-los, assá-los na fogueira e servir quem estava por perto.

 

 

É um sucesso por quê? 

Por não "prender" conhecimento. Gosto de ensinar e todos os clientes que vêm comprar pão aprendem um pouquinho mais sobre a panificação, seja uma história ou alguns detalhes técnicos. 

 

 

Um prato? 

Como bom cuiabano: uma carne moída, arroz, feijão e banana.

 

 

Comer ou preparar? 

Comer. 

 

 

O que comeu e não esqueceu? 

Minha primeira vieira.

 





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