Johannes Jader Roos

Quem te inspirou?

Minha primeira experiência com pão integral foi com minha mãe que fazia pão para vender, eu chegava da escola e o aroma de pão estava por todos os lados. A maneira como era feito me fascinava, pois, aqueles ingredientes aparentemente sem vida iam se misturando e aquela massa que se formava tomava vida crescendo. Fui para Alemanha estudar carpintaria, pois meu pai tinha uma pequena oficina de carpintaria. Como não havia mais vaga fui estudar panificação por influência do meu irmão que recém havia começado. Posso dizer que o grande inspirador foi o Mestre Sr Konrad Fuchs, um alemão padeiro que era apaixonado pela profissão e um grande estudioso das massas madres.

 

Quando decidiu?  

Quando tinha de 16 anos.

 

Como aprendeu?

Na escola de panificação de Nuremberg, na Alemanha, por 3 anos.

 

Como define a sua cozinha?

Criativa, team work e produtiva.

 

Quem é você fora da cozinha?

Gosto muito da natureza e do campo, de bike, livro, e fazer pão.

 

Sabor da Infância?

Pão integral.

 

É um sucesso por quê?

Não me acho um sucesso (e nem gosto), mas através de meus estudos, e de ingredientes locais gostaria de inspirar pessoas a criar uma identidade para o brasileiro.

 

 

Um prato?

Este ano será o ano do ‘Polvilho’ para mim, Pão de queijo (que nem é pão). Mas o sabor do polvilho me encanta, estou em busca de uma receita de um pão que seja com farinha de mandioca, em desenvolvimento.

 

Comer ou preparar?

Melhor, preparar e comer (rsrs) gosto de desafios e de sabores novos, o sabor da lenha, o pão na sua essência, água, farinha e tipos diferentes de processos.

 

O que comeu e não esqueceu?

O pão da minha mãe, até hoje sou fã! Quando vou a casa dela mato a saudade, um pão bem simples, mas muito gostoso. Lebkuchen de Nuremberg e Kornsptiz é um pão de Altamura, pães com massas madres em geral.





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